Época de Contos

Em 2010, após muito bafafá, “Alice in Wonderland” De Tim Burton chegou aos cinemas trazendo a continuação da história original de Lewis Carroll. Ambientado em um Submundo mais dark do que ao que estamos acostumados e com um exagero às vezes agradável, às vezes exagerado, o filme dividiu opiniões.

Eu gostei de alguns aspectos, mas, no geral, não achei o filme grande coisa. Principalmente se levar em conta todo o alarde feito em torno da produção. Apesar dos descontentes, a marca de US$1 bilhão foi batida e ainda discutiremos o longa por um tempo. Além do quê, Johnny Depp é sempre um ponto positivo.

Esse ano teremos as estréias de “Beastly” e “Red Riding Hood”. O que você pode ler como “A Bela e a Fera” e “Chapeuzinho Vermelho” com pessoas. Ok. Não exatamente. Ambas as versões são apenas “livremente inspiradas”. No caso de “Beastly” (A Fera, com Vanessa Hudgens), a manutenção do tom e da mensagem original se faz mais presente. Já “Red Riding Hood” (A Garota da Capa Vermelha, com Amanda Seyfried), produção de Leonardo DiCaprio, a versão é gótica mesmo.

(Eee o (meu?) problema com o gótico é que se escorrega acaba emo. Ainda mais nas mãos da excelente diretora de Crepúsculo, Catherine Hardwicke.)

Pois é. Estamos mesmo em tempos de princesas. Princesas de carne e osso, livremente adaptadas, modernas, originais. A Disney mesmo se arriscou ao criar “Enchanted” (Encantada, com Amy Adams), conto no qual uma princesa sai do desenho colorido perfeito e musical e cai em NY. Fora as fadas madrinhas, olá cartão de crédito.

Fato é que de um jeito ou de outro, esses contos se fortalecem. Seja através da adaptação, do relançamento über remasterizado (Blu-Ray de “A Bela e a Fera” ainda a venda e projeto de “O Rei Leão” para outubro) ou de nós, geração Disney, que continua a consumir e passar isso pra frente.

E já que estamos na ‘vibe’ PRINCESAS (S2), esse final de semana marca a estréia de “Enrolados” (Tangled, 2010). O filme conta a história da nova “princesa” Disney (a primeira inteiramente feita por computador), a velha Rapunzel. Fugindo um pouco aos contos mais “piegas”, o príncipe aqui é tão nobre quanto um ladrão pode ser (Flynn; dublado por Zachary Levi [CHUCK!]) e a Rapunzel (dublada por Mandy Moore) não é nem de longe uma donzela em perigo.

Tangled
"Enrolados"

A Disney continua se renovando, atendendo ao que o público pede e aceita, modernizando suas princesas e, principalmente, nos divertindo. Em 2008, o estúdio lançou, todo em animação tradicional (para minha extrema satisfação), “A Princesa e o Sapo”. O conto, também diferente da velha lenda de que ao se beijar um sapo ele vira um príncipe, mostra-se divertido quando a mocinha acaba como sapa também. (O vagalume que acompanha o desenrolar da história é genial.) É a primeira princesa negra.

E já que falamos de Princesas, fica um resuminho que eu encomendei do UOL com as 10 principais princesas da Disney (Bela = a mais legal 🙂 )

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(Ok, ok, ok. Alice, Chapeuzinho Vermelho e muitas outras não são realmente princesas. Mas para efeito de post, ignore isso haha. Afinal, muitas delas têm título honorário [como a Mulan, por exemplo].)

Links relacionados:

10 Principais Princesas Disney (UOL)

Publicado por: Lê Scalia

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