Seriados, a volta

 

Este post contém spoilers.

No que diz respeito à televisão, essa época do ano é, pra mim, quase tão divertida quanto o meio do ano no Cinema. Todas as séries – renovadas – voltam, resolvendo os mistérios, explicando fatos, desfazendo nós. Novos personagens, novas situações, novos dramas, novas piadas, mas com o conforto de ter aquele elenco fixo (ou quase todo ele) ali, esperando por você. Não importa qual gênero a série tenha, é muito bom tê-las de volta para mais uma temporada. Hoje vou falar um pouquinho sobre o meu TOP 5, que só não voltou completo porque Chuck retorna somente após o segundo recesso (o mid-season), em fevereiro.

House

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

House, season 6
House, season 6

Bom, acho que a palavra que melhor resume essa season premiere é diferente. O personagem de Hugh Laurie nunca havia aparecido desse jeito, tão vulnerável. No entanto, o episódio foi interessante. A minha dúvida era como ele iria se portar na continuidade da série, já que o seu lado frio e sarcástico foi meio deixado pra trás junto com o Vicodin. Então, no episódio de segunda, pude perceber que as coisas realmente mudaram. Acho que vai ser mais drama e menos humor negro… pelo menos nesse início. Mas devo adiantar, por mais que continue bom, sinto falta das piadinhas únicas do meu gênio do mal favorito, House.

Dexter

Dexter, season 4
Dexter, season 4

Foi a melhor season premiere que eu assisti esse ano. Superou minhas expectativas e se manteve no alto nível de sempre. A cara de cansaço do Michael C. Hall valeu o episódio, sério. E a brincadeira que fizeram com sua própria abertura foi mais engraçada que os episódios inteiros de House e Mentalist juntos! Está, inclusive, no youtube… e eu trouxe pra cá, claro. E pelo final do episódio… ah, a temporada promete! Ótimos personagens, excelentes situações e o humor mais negro da televisão… a 4ª temporada de Dexter tem tudo para manter o nível, e, quem sabe, até voltar à primeira temporada.

A melhor parte do episódio fica aqui:

Mentalist

The Mentalist, season 2
The Mentalist, season 2

The Mentalist foi a melhor surpresa que eu tive no ano passado. Em especial pelo Simon Baker. Excelente! O elenco de apoio também é ótimo, só a Veronica mesmo continua com uma cara meio de nada – é, Veronica… eu tenho o hábito (duvidoso) de me dirigir a personagens por outros papeis que o ator tenha feito, neste caso, a Teresa Lisbon, a atriz Robin Tunney, e a saudosa Veronica Donovan, de Prison Break.

Mas voltando à série, achei esse episódio mais sério, menos divertido. Talvez seja um prenúncio do que teremos a seguir nesta temporada… espero mesmo que não seja. As tiradas do Jane são excepcionais… espero que as piadinhas continuem lá. E espero que tenhamos mais sobre Red John, já que, particularmente, é o fio que eu acho mais interessante no seriado. Todos os episódios referentes ao Red John têm um nível mais alto e sempre dão mais possibilidades de criação. Dá uma melhor continuidade.. De qualquer forma, boto fé em Mentalist.

Grey’s Anatomy

Grey's Anatomy, season 6
Grey's Anatomy, season 6

*Falarei sobre Grey’s um pouco mais porque era a série que trazia mais expectativa quanto ao seu reinício, dado seu trágico (e surpreendente) final de temporada.

E eis que o paciente com a doença misteriosa que faltou em House apareceu em Grey’s Anatomy. Bom, comecemos pela música… faltou trilha sonora. Mas talvez seja proposital, pra combinar com o clima, né, Lú? De qualquer forma, Grey’s é uma série que sempre primou pela trilha sonora impecável… então, em um dos momentos mais importantes da série, optaram pelo silêncio (quase total). E embora isso combine com o clima de luto, não ajuda o telespectador a sentir. Eu apostaria em uma trilha mais foda, acho que seria mais adequado.

E foi diferente também como trataram o luto de cada personagem. Alex praticamente não sentiu muito a morte de George. Christina decidiu ofender todo mundo (e não de um jeito legal). Meredith focou toda a sua energia no McDreamy. Izzie… bom, a Izzie (fora o ataque de riso) foi a que mais se aproximou do luto “tradicional”, ainda assim, sem a intensidade que eu acho que deveria ter. Está certo que cada pessoa experimenta o luto de uma forma diferente, mas achei que o episódio foi focado mais nos personagens que dão apoio à série, como Bailey, Callie, Lexie , Chief e até mesmo Owen. Faltou mostrar um pouco melhor o modo como o quarteto principal de Grey’s começou a superar a morte de um amigo querido (o 5º elemento do ex-quinteto).

Mas a melhor parte ficou mesmo a cargo do Mercy West… hahaha, cúmulo da ironia o chief sofrer um acidente e ir parar lá, sob os cuidados da médica que ele havia rejeitado. Aliás, pessoalmente, achei que a Callie apavorou nesse episódio. Foi a melhor expressão de luto que eu vi no episódio… e claro, ela não precisava da Izzie para responder a pergunta da mãe do O’Malley… ele doaria tudo. É a cara dele. Mas achei fofo ela recorrer à melhor amiga dele. Enfim, até a Amanda lá parecia estar sofrendo mais do que os amigos do George.

Foi interessante vê-los tratar da morte de alguém próximo. Eles, que lidam tão profissionalmente com a morte, sentiram-na mais perto. E gostei do fato de todos os personagens narrarem um pouquinho no final. E acho que a união SGH – Mercy West será bem legal. Mas é como a gente conversou aqui… a criadora já se prepara para a ausência de personagens importantes, como a própria Grey (Meredith), Izzie e o Shepherd. Ela está pensando na possibilidade de colocar a Little Grey no comando da série… bom, a Lexie é legal e tudo o mais, mas por favor… termine Grey’s Anatomy antes que isso aconteça.

Enfim, essa temporada vai ser a hora da verdade pra Grey’s. A Shonda (Rhymes) não costuma decepcionar… mas, pelos boatos, está deixando a desejar. É outra série que precisa se cuidar com a debandada.

No fim das contas, é interessante que das minhas séries favoritas, 3 têm seu sucesso ligado diretamente aos protagonistas. Hugh Laurie (House), Simon Baker (Mentalist) e Michael C. Hall (Dexter) são responsáveis diretos pelo sucesso de suas respectivas séries. Não dá pra imaginar o House sem aquele tom irônico, o Patrick Jane sem seu charme, e o Dexter sem aquela cara… Não dá pra afirmar nada baseando em possibilidades… mas acredito, de verdade, que se esses seriados não tivessem esses atores específicos à sua frente perderiam grande parte de seus atrativos. E, não por acaso, as três séries têm no título o nome de seus protagonistas (ou, no caso de Mentalist, o que ele é).

E, bom, por motivos óbvios eu escolhi falar só do meu TOP 5 de séries… não daria pra comentar todas as séries que eu assisto aqui. Além disso, não estou completamente atualizada em todas elas, hehe.

Acréscimos:

 

 

 

 

 

 

 

Bones, season 5
Bones, season 5

Bones: essa temporada tem tudo pra ser a mais fofa da série.

 

True Blood esteve em fim de temporada e não em início. E, bom, essa é outra série que merece um post inteiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gossip Girl ainda é um enigma pra mim em certos aspectos,mas até aí, merecia um post inteiro sobre… Tudo bem que a série não prima por ‘ser real’, mas eu não ligo pra isso… mas algo que eu acho eternamente estranho é a relação que os personagens mantêm. Eles se adoram num dia, se odeiam no segundo seguinte e são BFFs no outro quadro… bom, quem sabe um dia. (Aliás, as propagandas de Gossip Girl tendem a ser, no mínimo, interessantes, haha. As da 2ª temporada continham, em cada cartaz, uma foto ‘chocante’ e uma crítica ‘negativa’, do tipo “O Pesadelos de todos os pais” ou “Muito ruim pra você”. Hm… e no meio da temporada, posters com o rosto dos personagens estavam “pichados” com delicadezas como liar, fake, cheater ou loser. Seguido de “você não é ninguém até que falem de você”.)

 

Samantha Who?, season finale (2)
Samantha Who?, season finale (2)

Samantha Who? Acabou na segunda temporada, e, devo dizer, era ótimo pra quando se está à toa… sem compromisso, boas tiradas e uma premissa original.

 

 

 

 

 

 

Private Practice ainda não começou. Na verdade, começa hoje à noite. Aliás, estamos pensando em legendar uma série susse e que tenha uma legenda que leva um tempo a mais pra sair, por isso, pensamos em PP.

Greek teve uma segunda temporada bem melhor do que a primeira. Esperamos uma terceira ainda mais divertida.

90210 não acrescenta nada… mas não se pode negar que rolam barracos haha, é praticamente uma novela mexicana!

OTH segue firme e forte, embora eu tenha certas dúvidas sobre certas coisas (nunca acho um bom sinal a retirada de protagonista(s)).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dollhouse, season 2
Dollhouse, season 2

 

 

 


Heroes ainda me faz lutar (han, han hahaha). Acho que pela consideração que eu tenho com a série – por causa primeira temporada.

Lie To Me, que estreou no Brasil essa semana, pelo jeito está subindo!

Dollhouse melhorou bastante no final da sua primeira temporada e acredito que tenha voltado reforçada.

O twitter é um lugar para medir tanto a espera quanto a reação das pessoas. Na quinta passada (25), Grey’s Anatomy passou o dia inteiro nos trending topics. E o dia seguinte também… bom, talvez alguns dos tweets tivessem um conteúdo um tanto quanto negativos, já que, ao meu ver, o episódio ficou abaixo das expectativas. E no domingo (27), Dexter esteve no topo dos tt, com a volta muito comentada.

 

 

 

Prison Break, season finale (4)
Prison Break, season finale (4)

Lamento da hora: primeira vez em 4 anos que meu segundo semestre começa sem Prison Break. Definitivamente uma das melhores séries já feitas. Disparadooooo!!!

Chuck :]
Chuck 🙂


Faltou mesmo só Chuck nesse post… :/. Infelizmente, só em fevereiro.

Bons episódios, no geral. E que venham os próximos… não dá pra ficar sem. :]

Publicado por: Lê Scalia

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9 comentários sobre “Seriados, a volta

  1. Assisti The Mentalist ontem e achei interessante até… Meio Cold Case, né, mas até aí, ahUAHuHAUhA! De resto, só assisto Gossip Girl e olhe lá! Hehehe!
    Bacio!

  2. uhaUHSuaHUHS fia, c tem q ver outras séries… tipo, GG eu demoooro pra ver hahaha… mas sério, Mentalist é muito divertido. Só tem q ver a sequência

  3. ah, bom, eu gostei tanto de House como de Grey’s. Grey’s, na verdade, só não teve surpresas, e eu tenho um pouco de medo sobre o rumo que a série pode tomar sem os protagonistas.

    eu amei aquela parte no enterro. quando os 4 se reuniram e começaram a rir. Não pelo, riso, é claro, mas pelo fato dos 4 estarem juntos. Pq, no final, são eles os amigos que deram início à série e que cresceram juntos nela.

    E House… não sei, acho que o humor ácido volta logo. É o que caracteriza a série, a personalidade de House. Tirar isso é como tirar a Meredith de Grey’s… hahaha

    excelente post!

  4. uhAHUSUHASUHa isso msm lú.. eu tbm gostei qnd eles estão juntos, rindo, pq é a única parte em q estão juntos! No resto do episódio parece q o george era soh mais um colega d trabalho.. e não é né. Eu até gostei, mas abaixo das expectativas hahahaha d qq forma, concordo qnd vc diz q tirar o humor ácido d house é o msm tirar a Meredith d Grey’s.. o problema ééé que… bom, a Meredith tá nos casos né hsuaHUSuhASHUa

    nunca sabemos o q esperar.. por isso, torcemos pelo melhor hahaha… falei com o dan hj, ele tbm achou o ep d Dexter genial.

  5. Amo House, Dollhouse, Grey’s Anatomy. E obviamente, minha favorita, BONES! Series otimas, o que estava faltando na TV.

  6. Pois é, pena que estão rumando para um fim… poucos anos pela frente. A TV americana tá precisando criar séries legais, pra já! :]

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